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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Simulado ENEM 2012

Alunos que foram fazer o Simulado ENEM 2012.


Este ano, o simulado do ENEM aconteceu na Universidade Federal da Paraíba, diferentemente ao simulado do ano passado. O simulado foi realizado no dia 20/12/2012, no período da manhã.
Os alunos das escolas assistidas pelo Programa compareceram ao local da prova no horário de início das atividades o que evidencia o interesse e a procura destes pelo simulado e por uma preparação para a prova do ENEM que será realizada nos dias 03 e 04 de novembro.

Abaixo, algumas fotos do dia do simulado:


Os bolsistas Tamires e Michel acompanhando os alunos até o local da prova (CCEN)


Da esquerda para a direita: Andre Sergio, Lívia, Tamires, Verônica e Edilerrandro (alguns dos bolsistas que fiscalizaram a prova)


Alunos se dirigindo ao CCEN (bloco onde o simulado seria aplicado)


Na hora da prova...


Os bolsistas Tamires e Wilder acompanhando os alunos até o local da prova.


Fim das atividades (os bolsistas recolhendo os simulados para a correção)



Texto escrito por: Kauana Costa.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Professor diz que Enem pode prejudicar ensino de literatura

Queridos, vi essa notícia e achei que tem tudo a ver com a gente, pois estamos aplicando simulados para o ENEM, nas escolas atendidas pelo subprojeto PIBID-Letras. É bom postar comentários.

Abraço,
Késia Mota

Uma pesquisa feita pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) com base nas provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 1998 a 2010 apontou que poesias e letras de canções aparecem em 42% das questões de literatura. Romances estão presentes em cerca de 12% das perguntas, e contos em apenas 3%. Enquanto isso, histórias em quadrinhos ocupam 19% do teste. Para o professor de literatura brasileira da universidade, Luís Augusto Fischer, os resultados são "assustadores e podem prejudicar o ensino nas escolas".

O pesquisador afirma que a prova foca na vertente da linguagem, e não da cultura. "O Enem prestigia mais a literatura enquanto leitura do que a literatura enquanto aprendizagem cultural", afirma. Fischer explica que a primeira vertente - que é a mais utilizada no teste - é mais simples, pois implica somente na leitura direta de um texto, seja ele letra de música, quadrinhos ou um conto. Um exemplo de questão é pedir para o candidato analisar um romance e afirmar se o discurso utilizado é direto ou indireto, por exemplo.
De acordo com Fischer, pensar a literatura como cultura exige mais complexidade, uma vez que um texto será analisado pelo conhecimento da sua história, enredo e características do autor. "As duas são imprescindíveis, mas a prova foca somente em uma. Com esse privilégio à leitura, se perde muita coisa do vasto patrimônio cultural letrado que já existe e ao qual todos devem ter acesso na escola", defende.
O estudo mostra que há, por ano, uma média de 13% de questões que mencionam textos literários e semiliterários. Além disso, a frequência de autores foi considerada baixa ao se avaliar todos os testes, de 1998 a 2010 (inclusive a prova de 2009 que vazou). Carlos Drummond de Andrade apareceu 19 vezes; em segundo lugar, vêm Machado de Assim e Manuel Bandeira, com sete citações. Nenhum outro autor aparece mais de cinco vezes. Graciliano Ramos e João Cabral aparecem três vezes cada, menos do que Jim Davis, do Garfield, e Bob Thaves, da tira Frank e Ernest, com quatro referências cada.
"Acredito no sistema do Enem de desprezar a decoreba de certos vestibulares, mas o caso é que a prova trata o texto literário como um texto qualquer. Um poema de Drummond, por exemplo, é colocado no mesmo nível de uma tira em quadrinhos", afirma o professor.
Na visão de Fischer, o fato pode prejudicar o ensino literário na escola, uma vez que o ensino médio se molda à demanda do processo seletivo de ingresso às universidades. "Na escola brasileira, a literatura tem sido porta de acesso não apenas a livros, mas também a outras artes. Sem isso, me parece que vamos perder esse acesso, além de perdermos parte importante, talvez fundamental, da formação cultural dos alunos nesses campos", completa.
'É melhor ler com autonomia o Garfield do que decorar clássicos', diz educador
Apesar de concordar que o Enem precisa evoluir, o professor de literatura do cursinho Universitário, de Porto Alegre (RS), Edir Alonso defende o uso que a prova faz de textos mais populares. "O modelo de avaliação tradicional, com base na leitura dos clássicos, acaba por enfrentar uma dura realidade: está distante da vida do jovem leitor médio", diz.
Alonso afirma que isso não significa que a academia deva se conformar apenas com a leitura de tirinhas e canções populares, mas ressalta que não se pode negar que elas são uma forma legítima de aproximar a prova do universo cultural da maioria dos candidatos. "A imposição de um rol de leituras obrigatórias que contemple Os Lusíadas ou O Uraguai mostra uma universidade incapaz de dialogar com o jovem leitor. Nesse sentido, presta um desserviço à formação cultural do vestibulando, o qual passa a associar o fenômeno literário a algo enfadonho, distante", completa, dizendo que é melhor ler com autonomia o Garfield do que apenas decorar clássicos para o teste.
"Acho que a prova do Enem precisa evoluir. Pode e deve ampliar o espaço dedicado à leitura e compreensão do texto literário na prova. Mas ainda assim, me parece ser uma proposta avaliativa mais interessante", fala.
Outro defensor da avaliação do exame nacional é Manoel Neves, especialista em Letras de Belo Horizonte (MG) que desenvolve pesquisa para cursos pré-vestibulares em língua portuguesa e literatura. Contudo, Neves discorda do uso de tiras e quadrinhos no teste, mas considera a prova muito bem elaborada. "Ela contempla tanto elementos da teoria quanto da história. Para responder às questões, é preciso ter noções desses dois campos", diz.
Como exemplo, o professor analisa o Enem de 2009. "Naquele ano, apareceram questões que contemplavam conhecimentos específicos de Teoria Literária, como a noção de espaço narrativo na questão envolvendo os textos de Dalton Trevisan e Jorge Amado", explica.
Neves também cita uma pergunta sobre o soneto de Álvares de Azevedo que abordava especificamente os conhecimentos acerca do tratamento dado por esse poeta à desilusão amorosa. "Sem a leitura do poema e o conhecimento de como a decepção amorosa é tratada no Romantismo e nos textos do autor da Lira dos vinte anos, seria impossível resolver a questões", diz.
"O Enem cobra uma compreensão aprofundada dos aspectos técnicos, históricos e temáticos da literatura brasileira. O que a prova demanda dos alunos é a capacidade de perceber tais elementos¿, explica, completando que não se trata de ler um livro e decorar os elementos históricos, temáticos e formais, mas de conferir a capacidade que o aluno tem de perceber esses elementos em qualquer texto.
Posição do Inep
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) afirmou, por meio de sua assessoria, que "a prova do Enem não valoriza, em suas questões de literatura, a memorização de características ou periodização descontextualizada". De acordo com o órgão, o objetivo da prova é avaliar a habilidade do candidato em estabelecer relações entre o texto literário e os contextos histórico, social e político; em relacionar informações sobre concepções artísticas e procedimentos de construção do texto literário; e em reconhecer a presença de valores sociais e humanos no patrimônio literário nacional.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Que tal postarmos os resumos dos nossos trabalhos? Aí vai o nosso.

O SUBPROJETO DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (LÍNGUA PORTUGUESA) E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DAS HABILIDADES DE PRODUÇÃO TEXTUAL EM ALUNOS DO 3º. ANO DO ENSINO MÉDIO DA ESCOLA ESTADUAL JOSÉ LINS DO RÊGO

Bruno Ricardo de Souto Leite(1) / Bruna Ísis Soares da Silva(1) / Vanessa Lima da Cunha(1) / Maria de Fátima Benício de Melo(3) / Maria Cristina de Assis(3)
Centro de Ciências Humanas, letras e Artes / Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas / PIBID

Segundo os PCNEM e FARIA et al.(2008), é imperativo que se trabalhe com textos em sala de aula, visando ao letramento dos alunos, ou seja, buscar torná-los aptos a compreender e a se expressar nos mais variados gêneros. Assim, o professor de português deve evitar ensinar gramática de forma isolada, pois o domínio da norma culta é um importante fator para se atingir a proficiência em textos orais e escritos, mas não o único, como atestam vários textos produzidos por alunos da escola estadual José Lins do Rêgo, João Pessoa/PB, que tivemos acesso por ocasião de uma “bizurada” de redação ali realizada. Na correção dos exercícios, percebemos mais problemas de leitura do que desvios da norma-padrão. São constatações como esta que o presente trabalho apresenta. A proposta de redação a que os alunos se submeteram foi retirada da prova do Enem 2008 e a correção também se baseou nas competências que essa prova exigia (em resumo: domínio da norma culta, compreensão da proposta de redação e do texto-estímulo, organização dos argumentos e demais informações no texto, coesão e coerência, elaboração de proposta de intervenção no problema apresentado), permitindo-nos, assim, apontar quais dessas competências fogem ao domínio dos alunos e o que pode ser feito, em termos de busca de estratégias didáticas, para o desenvolvimento de tais habilidades por parte dos discentes. O trabalho em questão está em sintonia com um dos objetivos do Programa de Iniciação à Docência (PIBID), que é promover a aproximação entre os cursos de licenciatura e as escolas públicas de Ensino Médio.

Palavras-chave: PIBID; ENEM; Ensino Médio; produção textual

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Excelente blog sobre política e afins.

Vocês podem recomendá-lo aos alunos pra eles se atualizarem sobre os assuntos em voga no noticiário, com reflexão e análise, pra não só ficar só nas informações sucintas dos telejornais e, assim, terem um maior arsenal para se preparar pras redações do ENEM e PSS.

Agora, por exemplo, o autor postou sobre a negociação militar envolvendo brasil e França.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Galera, aí vão dois links deveras úteis pra nossa atividade de amanhã.

Os deuses nos abençoaram e na home do Yahoo, neste momento, e não sei até quando, tem um vídeo com um professor dando dicas, adivinhem, sobre como fazer uma boa redação no Enem.

E aqui quatro exemplos de redações nota 10.